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A Dama de Vermelho



Reza a lenda que no Rio de Janeiro havia um casal de jovens muito feliz que tinha um filho de 6 meses. Eles haviam comprado um apartamento no nono andar e tinham acabado de se mudar. Era o começo de uma nova vida para ambos.
Certa noite, após um longo dia de trabalho, ambos acabaram adormecendo cedo e esquecendo de colocar o bebê de volta ao berço. O pequenino então ficou engatinhando pela casa, procurando algo com o que brincar. O que ele viu foi um passarinho parado na sacada do apartamento e achando o bicho muito “engraçadinho” a criança foi atrás dele. Mas quando se aproximou o bicho saiu voando para longe. Descontente o menino quis seguir o passarinho e acabou passando pelas abertas grades da sacada do nono andar (que estavam sem rede pois o casal não tivera tempo de por) e caiu do prédio.
Acordados pelos vizinhos, o casal ficou transtornado. A lembrança do filho não lhes permitiu ficar muito mais tempo naquele lugar e logo eles resolveram se mudar. No dia da mudança, a mãe do menino estava sozinha em casa. Tomada por um acesso de fúria e desespero pela morte de seu pequenino ela berrou 8 vezes para as paredes da casa que faria qualquer coisa para ter seu menino de volta. Envolta por suas lágrimas e cansada de tudo aquilo ela acabou por dormir no meio da sala.  Foi acordada por uma voz, que pertencia a uma estranha mulher vestida de vermelho. No meio da sala a mulher de vermelho disse à mãe que traria seu filho de volta, porém ela deveria matar e trazer uma criança de mesma idade.
A mãe concordou com os termos e correu para a cozinha. Lá pegou a faca mais afiada que conseguira encontrar e logo desceu até a garagem do prédio, pegou o carro e saiu em disparada. Foi para a casa da irmã que também tinha um filho da mesma idade. A criança estava no berço e os pais tinham saído, a única pessoa em casa era a empregada, mas esta estava ocupada estendendo roupa.
Sem piedade ela cravou a faca no crânio da doce criança e a levou de volta para a mulher de vermelho. A mulher então recebeu a criança e devolveu à mãe o seu filho vivo. No entanto o menino estava do mesmo jeito no qual havia sido enterrado, uma massa disforme em carne viva.

Bicho Papão


Simplesmente a criatura monstruosa mais conhecida no mundo todo e cuja história era muito utilizada para colocar as crianças “na linha”. Reza a lenda que o Bicho Papão é uma criatura com um apetite sagaz por crianças. Da sua preferência as crianças levadas, cujo espírito de mal-criação dá mais sabor a refeição. O Bicho Papão procuraria tais crianças, se esconderia embaixo de suas camas, nos seus armários ou em qualquer lugar de seu quarto que pudesse servir de esconderijo e esperaria até a noite, quando sairia e devoraria sem piedade nenhuma, os pequeninos.
Ele seria capaz de tomar a forma de qualquer animal e de se camuflar como qualquer ninguém jamais conseguiria. Você jamais notaria a presença dele até ele de fato querer aparecer. A forma original dele é desconhecida, mas muitos o imaginam como um grande demônio com garras e chifres. Atualmente a criatura é até ridicularizada pelos jovens, mas há alguns anos anos  já fora motivo de noites inteiras de insônia.

Boi-Tata


Todo brasileiro conhece esta lenda, membra do rico folclore nacional. Reza a lenda que o boitatá é uma imensa serpente que vive nos rios.  De dia é completamente cega, mas a noite consegue enxergar tudo e todos, sendo a responsável por proteger os campos e matas daqueles que não os respeitassem. Para os nordestinos “Cumadre Fulonzia” e para os índios “Mbae tata”, essa grande fera é considerada uma manifestação de espíritos ruins, que quando avistada geralmente está cintilante e com os olhos pegando fogo.

Procissão das Almas


Lá pela século XIX havia uma pequena cidade no interior de Minas Gerias, de nome Santa Maria. Nessa cidade existia a crença de que, uma vez por ano, as almas dos mortos saíam de suas tumbas e caminhavam em procissão pelas ruas da cidade. Cada espírito seguia com uma vela na mão, percorrendo toda a cidade dando a bênção e depois retornando a tumba. Em respeito as almas daqueles que já se foram, nesse dia, os habitantes da cidade ficavam em casa, com portas e janelas fechadas até que a procissão terminasse.

Um dia, durante a noite da procissão, uma garotinha decidiu abrir as janelas de seu quarto para espiar. Ao abri-las ela ficou maravilhada, nas ruas, imagens transparentes e luminosas se moviam suavemente carregando cada uma, velas, olhando fixamente para frente, sem parar, desviar, ou se distrair. Então a menina, toda alegre, saltou a janela e fora seguindo de longe as imagens que via. Após o fim da procissão os espíritos retornavam a seus respectivos pontos de descanso final, indo de volta ao cemitério. A garota , empolgada, os seguiu e se escondeu num arbusto, observando um a um entrando e desaparecendo no seu túmulo. No entanto o ultimo espírito da fila, antes de entrar, virou-se e avistou a menina. Então calmamente, a alma se dirigiu a ela. A menina percebendo que havia sido descoberta, por alguma razão não ficou com medo, apenas permaneceu no lugar.

Aquela alma, então, se aproximou lhe disse: "Um presente pela sua coragem" , estendendo-lhe a vela que carregava. A menina pegou a vela, agradeceu e se despediu da alma que retornou se curso para o cemitério. Retornando para casa pelas silenciosas e completamente desertas ruas de sua cidade, ela tomou um grande susto ao perceber que a vela havia se transformado em um fémur. Correu para casa e contou tudo a seus pais. Eles assustados disseram para ela retornar ao cemitério, e enterrar o osso, já que não iam manter restos mortais em casa. Assim ela voltou para lá.

A menina nunca mais foi vista. Suas pegadas podiam até ser encontradas na entrada do cemitério, mas lá ela não estava. Reza a lenda que nos dias de prossição, ela pode ser vista, indo atrás de todo o grupo com sua vela.

O Quadro do Demônio


Olhem cuidadosamente este quadro. A primeira vista parece simplesmente ser uma pintura de um menino de olhar calmo, no entanto, alguns dizem que ai existe uma mensagem subliminar. Reza a lenda que o autor do quadro fez um pacto com o demônio para obter lucros. Para garantir que o demônio realmente o ajudaria ele pintou este quadro, que a primeira vista parece apenas ser um garoto. Essa é uma história antiga e surgiu provavelmente porque, a algumas décadas atrás, este era um quadro comum para se usar como decoração nas casas de classe média. Conta a lenda que se nós virarmos o quadro de lado,  veremos a imagem de um demônio devorando o garoto.  Vou mostrar para vocês aqui embaixo:




Maníaco do Cinema


A lenda fala sobre um bom rapaz, cujo emprego era em um cinema de São Paulo. O rapaz tinha uma namorada abusada, que certo dia, o forçou a ter relações com ela sem preservativos. O resultado? O rapaz acabou sendo infectado com AIDS, fato que o derrubou totalmente a vida do rapaz. Furioso pelo doença, pelo abuso da namorada e por sua vida ter ido buraco abaixo, o rapaz enlouqueceu.
Para que todos sentissem sua dor, passou a infectar com AIDS, pessoas que iam ver filmes no cinema no qual ele trabalhava. Para isso, ele pegava seringas e colocava um pouco do seu sangue nelas. Ele as deixava viradas para cima em certos assentos do cinema. Quando as pessoas sentavam, sentiam uma picada e logo viam a seringa. Pronto, já estavam infectadas.
A lenda também diz que ele, furioso com a namorada, a seqüestrou e a estuprou até a morte. Desde então, passou a odiar todas as mulheres. Reza a lenda, que no cinema em que trabalhava ele passou a seqüestrar jovens que iam assistir aos filmes. Ele procurava as que estivessem sozinhas, então se sentava ao lado delas durante o filme. Pensando que seria somente mais um cara indo ver um filme as garotas eram pegas desprevenidas por ele, que usava uma seringa com morfina para dopá-las e assim as retirar do cinema sem que ninguém percebesse e sem que elas reagissem. Depois ele as levava para um esconderijo, onde as torturava até a morte.

O Degolado


Em minhas pesquisas pela internet, procuro encontrar lendas urbanas famosas, mas também algumas pouco conhecidas para sempre estar mostrando algo novo. Essa é uma lenda regional, típica de uma cidadezinha cujo nome não foi citada pelo autor. ATENÇÂO, a história a seguir é contada por seu autor e não por mim. Aproveitem.

Na pequena cidade em que moro existe uma lenda que é contada de pai para filho desde muito tempo atrás, na época da fundação do vilarejo. Meu bisavô, enquanto vivo, contou esta história para mim e meus primos em sua casa numa noite de chuva.

A divisão das terras locais era feita por intermédio de cercas (método até hoje utilizado). Um dos descendentes dos três irmãos que fundaram a vila e dono da maioria das terras locais era um homem muito bruto e perigoso. Ele gostava de perseguir os viajantes incautos que invadiam suas terras sem querer. Muitos homens foram mordidos pelos seus cães, ou perseguidos por ele e seus lacaios armados até os dentes e rindo debochados pela cara de medo dos coitados.

Meu bisavô contou que uma certa vez, um rapaz estranho vinha de passagem pelos arredores da cidade. O jovem entrou despropositadamente no território do fazendeiro, que logo que soube da situação pela boca de um de seus trabalhadores, desatou à cavalo em busca de divertir-se às custas da desgraça dos outros. Os cães logo encontraram o rapaz, que descansava embaixo de uma árvore frondosa na margem da cerca de arame farpado que separava a estrada de barro que levava até a cidade da propriedade do homem. O homem chamou a atenção do rapaz e disse que ele iria pagar o preço de ter invadido sua propriedade. Ele soltou os cães sobre o jovem que gritava enquanto tentava escapar dos ferozes animais. O homem observava alegre ao jovem sendo dilacerado pelos cães. Nos últimos momentos ele chamou os cães e foi escarnecer o moço que se encontrava caído e empoçado pelo próprio sangue. O rapaz tinha em todas as suas partes as marcas dos dentes do animais. Ao perder as forças o morimbundo rogou uma maldição sobre o homem, dizendo que ele pagaria pelo resto da eternidade o que havia feito com ele e com os outros viajantes. Logo após ele morreu e foi deixado lá para apodrecer pelo maldoso homem que saiu dali perseguido por um medo incessante.

Meses depois, o homem foi realizar mais uma maldade com outro viajante. Mas desta vez ele não voltou. Os seus empregados encontraram seu corpo pendurado pelo pescoço na mesma árvore em que havia matado o peregrino da última vez. Nenhum de seus cães foram avistados nunca mais. E ninguém teve coragem de retirá-lo dali, pois seus olhos estavam arregalados e cheios de sangue, o que os fazia ficar vermelhos. Deixaram o corpo para a polícia retirar e averiguar.Naquela época isso demorava muito e apenas no outro dia a polícia chegou ao local. Mas o corpo do homem agora estava no chão e sem a cabeça. Ninguém jamais soube explicar quem havia feito aquilo, pois ninguém teria coragem de ir até aquelas brenhas na escuridão da noite. A cabeça do homem foi encontrada dias depois boiando na enorme lagoa que dá nome à cidade.

Hoje as pessoas têm medo de passar naquele trecho da estrada, que agora é de asfalto, mas ainda passa do lado da árvore citada na história. Vários relatos afirmam ter visto um homem pendurado na antiga árvore, ou um homem todo ensanguentado sentado à beira da estrada, ou ainda latidos fortes nas noites mais frias. Um fenômeno fantástico e uma história rica em detalhes. Acreditem se quiser, mas cada palavra aqui escrita foi retirada das histórias relatadas pelos moradores da região. E pasmem, o homem que morreu degolado era sobrinho do meu bisavô e dizem que a marca da maldição perdura até hoje no ventre de minha família. Será?
História por www.sobrenatural.org.com.br

Palhaços da Kombi


Uma clássica lenda brasileira que se difundiu durante a década de 90, especialmente com ajuda do Jornal Popular (que hoje já não existe mais). Diz a lenda que uma gangue de palhaços rondava os grandes centros urbanos brasileiros em uma Kombi buscando  locais com grande contingente de pessoas para que pudessem apresentar seu show. Enquanto os palhaços apresentavam seu show, um deles ficava de fora e no meio da grande multidão, raptava crianças e as colocava na Kombi. Após o fim do show a criança era levada para o esconderijo dos palhaços, local no qual todos os seus órgãos eram extraídos para que fossem vendidos nos hospitais.

Boneco Fofão



 O Boneco Fofão. Quem poderia se quer imaginar que está carinha tão simpática seria capaz de cometer atrocidades? Acreditem se quizer, segundo alguns, é realmente o propósito deste boneco. Conta a lenda que os bonecos do fofão foram criados por uma ceita satânica com o objetivo de incitar nas crianças o ódio e o desejo de matar. Como? Dando as crianças as armas adequadas é claro. Conta a lenda que no interior do boneco fofão podemos encontrar uma adaga que sai de seu pescoço e que em uma de suas pernas existe uma vela negra. Existem muitos relatos de pessoas que, para ´´matar´´ a curiosidade, decidiram abrir o boneco fofão e se surpreenderam com o que lá encontraram. Aqui embaixo temos uma clara foto da suposta adaga.

O Canavial



No interior de Minas Gerais muitos "causos" misteriosos são contados. Um causo muito estranho aconteceu numa cidadezinha, cuja fonte de renda era a cultura de cana de açúcar. Das grandes fazendas aos sítios, a única coisa que se via eram grandes roças de cana. Numa dessas fazendas, que abrigavam colonos de toda parte do país, conta-se que um casal de nordestinos chegou e pediu emprego. Além do emprego, deram a eles um casebre, próximo a roça, para que morassem.

O casebre era bem isolado dos demais, pelo fato de ser um dos mais antigos. Os outros colonos achavam o novo casal muito estranho, quase não conversavam e não participavam da missa de domingo. A mulher, que mais parecia um bicho do mato, estava grávida, mas mesmo assim todas as madrugadas ela ia para a roça cortar cana.
 Num dia muito quente, desses que parece que até o chão ferve, um incidente muito triste ocorreu. O marido da "Bicho do Mato"- como era conhecida aquela estranha mulher - fora picado por uma cobra e faleceu em poucas horas. "Bicho do Mato" ficou mais transtornada e mais estranha ainda. Até as crianças tinham medo dela. Ela continuo cortando cana até o nascimento do filho. Quando o bebê nasceu, "Bicho do Mato" sumiu ... não cortava mais cana, não abria a porta do casebre para ninguém. As colônias diziam que ela estava de resguardo e como era muito orgulhosa, não aceitava ajuda de ninguém.

Coincidentemente, na mesma época do seu "sumiço", escutava-se todas as noites, um bebê chorando no canavial. Os bóias frias ficaram encucados com aquele choro e um dia resolveram procurar ... Eles andavam, andavam e nada de encontrar o bebê. Quando se aproximaram do casebre, notaram que o choro ficou mais forte, parecendo que vinha de baixo da terra. No dia seguinte voltaram e arrancaram o pé de cana. Para espanto de todos, encontraram o corpo de um bebê já em estado de decomposição. O dono da fazenda chamou a polícia e eles invadiram o casebre. Encontraram "Bicho do Mato" encolhida no canto do casebre como uma louca. O fogão de lenha estava manchado de sangue.

Descobriu-se depois que ela matou seu próprio filho, socando sua cabeça na beira do fogão e depois o enterrou no canavial. A mulher foi levada para um sanatório e o bebê foi enterrado numa cova digna, no cemitério da fazenda, onde o padre rezou uma missa pedindo por sua alma.

Depois disso, nunca mais ninguém ouviu o choro do bebê...


Dama da Estrada


A Dama da Estrada (ou Mulher de Branco, como é mais conhecida) é mais uma lenda brasiliera, que se difundiu a partir da década 50, com a grande expansão de estradas pelos planos de metas de Juselino Kubischek. Reza a lenda que, uma mulher de beleza inigualável, se encontra sozinha a beira da estrada a noite e pede carona aos caminhoneiros que passam. Ao conseguir ela pede que a levem para sua casa e vai dando as direções. Ela então, sempre os surpreende  ao pedir que parem ao lado de um cemitério do lado da estrada. Ela então diz: ´´ Aqui é minha casa, obrigada´´. Então ela se despede e desaparece em meio ao amontanhado de túmulos.
Em outras versões, a mulher, já dentro do veículo que lhe deu carona, aponta para um trecho da estrada e diz ´´ Está vendo aquele ponto ali? ´´. O motorista confirma que vê e ela diz ´´ Foi ali... que eu morri´´ e desaparece do veiculo no mesmo segundo, deixando o motorista apavorado e sem entender nada.

Homem do Saco


Provavelmente a lenda brasileira mais famosa de todas, já que a ouvimos desde crianças. O homem do saco é um cigano (em outras versões até um mendigo) que captura crianças malcriadas e que estão sozinhas  nas ruas e as leva para sua casa, onde , ele as mata e com elas faz sabonetes e botões. Ele carrega um saco em suas costas, no qual vai jogando as crianças que encontra. Essa é uma lenda particularmente famosa entre as mães, que a utilizam para colocar juízo em crianças que saem para brincar nas ruas e demoram muito a voltar ou que não gostam de respeitar os pais.

Mistérios da Coca-cola


A coca-cola simplesmente é um dos refrigerantes mais conhecidos e vendidos no mundo. No Brasil, apelidada de ´´coca´´, já é sinônimo de refrigerante bom. Por essa fama enorme, principalmente no Brasil, surgiram diversos mitos e lendas que circulam essa famosa empresa.


Mensagem Subliminar da Coca-Cola


Exatamente! Ao se colocar o rótulo das embalagens de coca-cola no espelho, teremos sua imagem invertida. Nela podemos ler claramente um ``ALO DIABO´´. Haveria outras intenções na venda desse tão requisitado refrigerante ao redor do mundo? Coincidência? Mensagem Subliminar?
O Corpo da Coca-Cola


Reza a lenda que um dos funcionários da coca-cola, durante seu turno na operação dos tanques de refrigerante, acabou sofrendo um ataque cardíaco e caiu dentro de um deles. Seu corpo então afundou e permaneceu lá durante meses sendo engarrafado e se deteriorando no fundo do tanque (fato que não permitia que os funcionários o vissem). Essa lenda ficou tão famosa e tão forte que no seu ápice realmente chegou a diminuir consideravelmente as vedas de coca-cola em todo território tupiniquim.


Coca Cola e Mentos



Basicamente todo o moleque sapeca já fez a brincadeira de misturar coca-cola e mentos para fazer com que o refrigerante, literalmente, decole certo? Sim, no entanto, por causa dessa ``explosão´´ acabou surgindo o mito de que dentro do seu corpo COCA COLA + MENTOS = MORTE. A lenda conta que um garoto de São Paulo, após brincar com os amigos usando mentos e coca cola light, decide, na frente deles, que vai experimentar a mistura. Ele pega uma latinha de coca light, joga mentos de hortelã nela e rapidamente ingere. A lenda conta que, por causa da imensa pressão da expansão da coca, o estomago do menino explodiu e coca cola pode ser vista jorrando de seu nariz e de sua boca. Sinto desapontá-los, meus caros leitores, mas essa lenda é uma farsa e já foi desmentida. Na certa ingerir coca cola e mentos não dever ser algo muito esperto de se fazer, porem não vai ser a ultima besteira que você fará na vida. Então mudando a equação: COCA COLA + MENTOS = CRIANÇA RETARDADA.

Ladrão de Orgãos


Essa é uma das lendas  mais famosas. Existem várias versões sobre está história, variando as personagens ou mesmo um pouco do contexto do que aconteceu. Aqui vai a minha versão, baseada no que eu ouvi. Atenção o título foi modificado por mim, então, alguns de vocês podem não lembrar desta aqui de primeira.Aqui vai a minha versão, baseada no que eu ouvi.

Certa noite, uma jovem muito bonita e alegre, como de costume, decide ir se divertir na balada com os amigos. Lá, no meio da música alta e da grande multidão, ela encontra um jovem que a convida para dançar. Ela aceita e vai com o garoto para o meio do lugar. Após dançar um pouco a jovem o apresenta para seus amigos e lá ficam conversando. Depois de algum tempo juntos, o moço a convida para ir ao seu apartamento. A menina se despede de seus amigos e parte com ele, que aparenta ser muito simpático. No apartamento dele, ele oferece um drinque a ela, colocando, sem que ela perceba, algo na bebida. Ela aceita e se entrega aos beijos com o rapaz. No dia seguinte, a moça acorda e se espanta ao perceber que está numa banheira com gelo. Meio tonta ela nota um bilhete do lado da banheira. Nele estava escrito ´´chame a ambulância, você têm pouco tempo de vida´´. Ela obedece e ao chegar no hospital lhe informam: ´´ Moça, removeram seus rins´´.

Brincadeira do Compasso





Quem nunca ouviu falar da famosa brincadeira do compasso? Consite basicamente em se montar um tabuleiro na forma de circulo e colocar as letras do alfabeto de nas extremidades da circunferêcia de modo a formar uma ´´coroa de letras´´. Também se coloca dois retangulos em regiões opostas da circunferência, um contendo a palavra sim e o outro a palavra não. Ai é só colocar o compasso no meio, uma ponta presa no centro e a outra solta para que possa girar. Está é, segundo muitos, uma forma de se comunicar com o mundo dos espíritos. O participante coloca o dedo sobre o compasso no centro e faz uma pergunta, que seja respondida pelo espírito presente. Essa é uma brincadeira extremamente perigosa, pois o compasso age como um chamariz de espíritos e nunca se sabe o que se pode encontrar, além disso você está abrindo uma porta entre os 2 mundos e nunca se sabe o que pode acontecer. Aqui vai uma história sobre a famosa lenda do compasso.

Três jovens com idade de quinze anos cada um descobrem em um livro uma brincadeira onde se usa um compasso e um círculo com letras para atrair espíritos e poder prever o futuro. Era década 70 onde muitas coisas novas estavam sendo descobertas. Assim fizeram, Alice, Rogério e Ludmila. Reuniram-se na casa de Alice que estaria sozinha em uma noite de luar naquele verão. Sentaram-se na mesa da cozinha, desenharam um círculo em um papel, escreveram as letras do alfabeto acompanhando o desenho e as palavras "Sim" e "Não" nas laterais. Antes de começarem eles conversam e com um pouco de medo se certificam do ato. Rogério começa, segura o compasso no centro e pergunta se eles podem iniciar as brincadeiras: O compasso gira, gira e cai no Sim.

 As meninas começam a rir e dizem que ele fez de propósito, mas Rogério jura que não. Ludmila é a segunda a mexer e pergunta se o espírito que está com eles é homem ou mulher, e mais uma vez o compasso gira, mas não aponta para nenhum lugar, ela desiste e passa a vez para Alice que insiste na mesma pergunta, mas desta vez eles constatam que quem está com eles é um homem. Os amigos muitas vezes param e começam a rir um das caras dos outros, mas com o passar das horas o assunto vai ficando sério. Em uma de suas perguntas Rogério questiona o espírito sobre como haveria sido sua morte. A resposta é breve: "Dolorosa" o compasso soletra em suas voltas. Eles cada vez mais vão ficando curiosos, e vão se esquecendo que quanto mais tempo eles segurarem um espírito mais almas poderão ser atraídas para perto deles. Alice faz uma pergunta curiosa e assustadora: "Como era a pessoa que havia matado Paul, como era chamado o homem americano que estava em forma de espírito respondendo as perguntas”. Letra por letra o compasso roda, e ele descreve como uma pessoa de máscara branca e roupa preta que com uma faca o esquartejou. Alice fica assustada e larga o compasso que misteriosamente faz um pequeno movimento na mesa, mas que ninguém percebe. Já completava duas horas que eles estavam atraindo espíritos para dentro da casa de Alice. Ludmila começa a duvidar da veracidade do espírito e pede uma prova. O compasso roda, roda, roda e nada acontece quando Ludmila que estava apoiada na mesa acaba escorregando e enfiando a ponta do compasso em sua mão. O corte havia sido bem grande e muito sangue estava na mão esquerda da menina. Os amigos desistem na hora da brincadeira e ajudam a fazer curativos. O que eles não esperavam era que a maldição estava apenas começando. Um mês depois do susto eles decidem terminar a brincadeira, porque assim como tinham pedido para entrar na brincadeira, com o acidente de Ludmila haviam esquecido de pedir para sair. Recomeçam o jogo, Rogério pede para que Paul retorne, mas não tem resultados o mesmo aconteceu com Alice e com Ludmila foi diferente, Paul retorna e gira o compasso até se formar a palavra "Sorry" onde dizia-se responsável pelo acidente da menina. Todos ficam aterrorizados e conseguem sair da brincadeira e juram guardar segredo sobre aquilo. Dez anos se passam. Alice, Rogério e Ludmila não se falavam mais devido ao rumo que a vida de cada um havia tomado. Ludmila havia se tornado uma pessoa que se interessava por assuntos místicos e acabou descobrindo que quando uma pessoa é ferida em alguma brincadeira com espírito ela carregaria o mal por toda sua vida. Com isso, começou a buscar ajuda em vários lugares espíritas. Pensando estar livre, segue sua vida com muita felicidade. Agora nos dias atuais, Ludmila já estava casada e tinha uma filha de 7 anos. Nos últimos meses ela não estava muito bem, na maior parte do tempo sentia-se inquieta e tinha muitas dores na mão onde o compasso havia machucado. Ela já havia deixado o espiritismo de lado, mas volta a pegar seus livros para fazer algum ritual de cura. Assim em uma noite em que ela estava sozinha, fez várias rezas, sentiu-se mais leve e foi dormir. Seu marido chega por volta das onze horas da noite com sua filha, pois haviam ido a uma festinha de aniversário. Ludmila nem percebe e dorme em sono profundo. Passava das duas da manhã, Ludmila se levanta sem fazer qualquer barulho, parecendo estar com hipnose vai até o escritório da casa pega um estilete e caminha em direção ao quarto de sua filha, entra quieta chega perto da menina.

A pega pelo pescoço e com uma força animal a joga contra a porta do quarto, a pequena criança perde a fala e não consegue gritar. O pai dormia profundamente e nada ouviu, pois o quarto do casal ficava no andar de cima da casa. Ludmila ergue o estilete e violentamente ataca sua filha que tenta se defender com a mão, mas de que nada adianta. A criança quase morrendo olha para Ludmila e diz "Mamãe te amo" e caí toda ensangüentada perto da porta de seu quarto que estava com a marca de sua mão. Ludmila em transe segue para seu quarto com a intenção de matar seu marido, mas desta vez utiliza uma faca que pegou na cozinha. Com muito ódio dá um golpe certeiro em seu marido que morre na hora, após isso passa a faca no corpo arrancando toda a pele. Muito sangue estava na cama, Ludmila muito calma se deita como se nada tivesse acontecido. Dorme por umas duas horas, o relógio marca quatro da manhã, Ludmila acorda com um barulho, quando olha para seu lado vê muito sangue e seu marido morto, grita desesperadamente e sai correndo pela casa. Quando chega na sala se depara com um vulto de uma pessoa alta. Ela se assusta e fica sem reação, aquela coisa se aproxima dela e diz que ela o libertou do mundo dos mortos quando matou seus dois familiares e diz que ele esteve dentro dela desde o dia da brincadeira do compasso onde ela havia se machucado. Ludmila olha no rosto e nota que possui uma máscara branca, capa preta e uma faca em sua mão, do mesmo modo que o espírito havia contado para eles no dia da brincadeira. Na verdade Paul apenas iludiu os garotos e ele não era uma simples pessoa e sim um dos Demônios das trevas agora livre. O espírito ficou dentro dela por todos esses anos até achar um modo de sair e ficar livre. O demônio olha para Ludmila e sem piedade enfia a faca em seu olho, a lâmina atravessa e sai do outro lado da cabeça. E assim como ela fez com seu marido, o espírito fez com ela, arrancou sua pele e com seu sangue, perto de seu corpo escreveu "Sorry", a mesma palavra que ela viu quando havia se machucado durante a Brincadeira do Compasso.

História  por Amanda - 2/11/2008 11:00:57 (mrmalas.com)


A Loira do Banheiro


A loira do banheiro certamente é uma lenda urbana de conhecimento geral, uma história que se imortalizou na cultura popular da nossa sociedade. Reza a lenda que uma linda garota de aproximadamente 15 anos adorava matar aula passando seu tempo no banheiro.

Certo dia, ela cabulou a aula de geografia para ir, como de costume, ao banheiro feminino. Ficou um tempo sentada no vaso, pensando, mas depois decidiu se maquiar. Pegou o batom e logo foi para o espelho, no entanto o chão estava molhado e, descuidada, a loira escorregou e bateu a cabeça na pia do banheiro com extrema força, o que causou sua morte. Algumas horas depois, no banheiro, ela foi encontrada já numa poça de sangue por algumas amigas. Após recolhido o corpo, mesmo sem a devida autorização dos pais, fora feita uma autópsia na menina, pois aquela, a primeira vista, aparentava ser a cena de um crime.

Conta a lenda que, enfurecida por ter tido uma morte tão ridícula, a loira não seguiu "a luz" e passou a assombrar os banheiros de locais públicos, locais dos quais tanto gostava. Em suas aparições ela é vista nos espelhos dos banheiros, cheia de sangue (especialmente na cabeça), os olhos virados e com algodões em seu nariz (provavelmente fruto do momento de sua autópsia).