Mostrando postagens com marcador Lendas Orientais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Lendas Orientais. Mostrar todas as postagens

Aokigahara: A Floresta Da Morte



Localizada aos pés do Monte Fuji, no Japão, a Floresta de Aokigahara é conhecida pelos moradores locais como a Floresta da Morte ou a Floresta do Suicídio. Formada por solo vulcânico e um denso bosque que vai se tornando mais fechado à medida em que se avança na mata, raramente deixando a luz do sol passar, a floresta definitivamente apresenta um aspecto fantasmagórico.
Existem diversos mitos e lendas que acercam o local. Muitos dizem que espíritos ou mesmo monstros vivem no região, à procura de vidas humanas para ceifar. Outros dizem que é um local místico no qual ao se entrar é quase impossível sair, pois instrumentos de localização começariam a falhar e a pessoa jamais conseguiria encontrar o caminho de volta, acabando por morrer lá.
Que esses fatores sejam fato ou só mito, a realidade é bem mais assombrosa. Por ano, em média 70 corpos são descobertos na floresta, a maioria com causas aparentes de suicídio. Em 2002 foram 78, batendo a marca de 71 em 2001. Ninguém sabe exatamente porque, mas Aokigahara é o segundo local mais procurado pelas pessoas que querem se matar no mundo, perdendo apenas para a ponte Golden Gate, em São Francisco. O escritor Wataru Tsurumui definiu o bosque como “o lugar perfeito para morrer” em seu livro “The Complete Manual of Suicide”. As estatísticas informam que mais de 500 corpos humanos já foram retirados da floresta desde 1950, estatística que ignora, obviamente, os que nunca foram achados.
A taxa de corpos por ano é tão alarmante que o governo Japonês já até instalou placas ao redor das entradas da floresta dizendo: “Por favor, reconsidere”, “Procure ajuda antes de decidir morrer”, o que é mostrado na imagem no fim do post.
Anualmente grupos de busca da polícia percorrem os locais mais acessíveis da floresta para recolher os corpos dos novos suicidas, porém nunca se aventuram mais densamente, não só pelo receio de se perderem mas também pelo medo de acabarem como os corpos que estão recolhendo. Na região podem ser encontrados corpos em todos os estados de decomposição possíveis, desde ossos do século XVII até cadáveres “recém chegados”.
Porém o status de amaldiçoado não é recente, já vêm de muito tempo atrás, desde o século XVII. Nessa época o Japão passava por uma grave crise, e para amenizar seus efeitos, várias pessoas passavam e abandonavam bebês, idosos, crianças pequenas e debilitados no local para que morressem, assim reduzindo o número de bocas para se alimentar.   
Mas de fato não se sabe ao certo o que acontece lá dentro. Existe a lenda de que não são apenas os deprimidos vão para lá, mas pessoas das proximidades são atraídas para lá, local onde enlouquecem e se matam. Existem diversos relatos de pessoas que foram apenas fazer o “turismo macabro” pela região, não tinham os traços de um suicida, porém uma vez lá dentro jamais retornaram a seus lares, em alguns casos nem os corpos. Reza a lenda de que demônios vivem em Aokigahara, se alimentando do sofrimento e das mortes das pessoas que por ali passam.
Para ver mais imagens do local e obter mais informações http://jornaldoparanormal.blogspot.com.br/2010/06/floresta-do-alem-aokigahara.html


Katrin Malen


Sinceramente pessoal... eu morro de medo dessa história e principalmente dessa foto. Só coloquei ela aqui porque é a foto de fantasma mais famosa do mundo. Podem chamar de bobeira, mas eu simplesmente não me sinto a vontade com ela, pode ser só coisa da mente, mas eu realmente não gosto. Por isso eu faço o que a lenda pede para fazer, não olhe nos olhos dela ou ela começará a te seguir, é isso que contam. Verdade ou não eu prefiro respeitar... o que você fará fica por seu critério. Bom vamos a história:

1946 – Santem, Indonésia

Reza a lenda que Enila, Ceron e Katrin, formavam uma família feliz, moravam em um humilde sítio, que com o avanço da cidade estava ficando cada vez menor e a situação financeira deles ficava cada vez pior. Katrin gostava muito de seus pais, era uma menina encantadora de apenas 11 anos. Brincava sempre sozinha com os poucos animais da fazenda. Enila era uma mulher muito justa e batalhadora, sempre conseguiu manter o equilíbrio na casa, mesmo passando por tantas dificuldades.

Depois de alguns meses a situação começou a se complicar, era época de seca, as plantações estavam morrendo e a única solução encontrada por Ceron foi vender um de seus cavalos. Era uma tarde nublada Ceron amarrou o animal numa carroça, consigo levou algumas armas e pólvora para tentar vender no mercado da cidade. Katrin pede para que ele traga uma boneca que ela tanta desejava, pois seu aniversário estava muito próximo. Muito triste e com pena de sua filha ele diz que irá tentar realizar o sonho da menina. Várias horas se passaram, começou a trovejar, Ceron retornava para sua casa. Conseguiu vender apenas o cavalo, não achou comprador para o restante do material que levava. Katrin avista seu pai, vindo pela estrada, muito contente e aguardando ansiosa por seu presente, corre e avisa sua mãe.

As duas aguardam na porta da residência, quando um forte raio cai pelas redondezas, o som do trovão foi tão forte que fez com que o cavalo se assustasse. Ceron perdeu controle das rédias, em pânico o animal tenta fugir, mas continuava preso à carroça. Katrin e sua mãe tentaram correr para ajudar, mas a carroça vira, uma pequena faísca é produzida, acidentalmente a pólvora se espalha, causando assim uma enorme explosão. Ceron gritava muito, seus pedidos de ajuda podiam ser ouvidos à distância. Mãe e filha nada puderam fazer a não ser assistir a morte dele.

Alguns objetos que estavam na carroça foram arremessados com a explosão, dentre eles estava a boneca que Katrin tanto desejava. Intacta, a menina encontra e abraçada ao seu novo brinquedo fica paralisada e parecia não acreditar que havia perdido seu tão amado pai. As chamas arderam por mais de uma hora e se alastraram pelo capim seco, muitas pessoas tentaram ajudar. Nada se salvou a não ser a casa onde elas moravam. Depois de algum tempo, Enila recebeu uma proposta de venda daquele local onde queriam construir um grande hospital. Sem pensar muito aceitou. Compraram uma casa no centro de Santem e com o restante do dinheiro poderiam viver sossegadas, já que aquele local era muito valioso.
Após a morte de seu pai Katrin passou a ser uma menina triste e ainda mais solitária, pois pouco falava e nunca mais se separou do ultimo presente que recebeu dele. Apenas um cachorro foi levado para a casa nova. A mudança foi difícil para as duas, Katrin sofreu aos prantos entrou em sua nova moradia. Desde então seus trajes passaram a ser pretos, se fechou para o mundo. Renegou toda a ajuda que lhe foi oferecida. Enila preocupava-se e seu único consolo era pensar que tudo aquilo não passava de uma difícil fase.

Um ano depois... Katrin, nunca saia de casa, isto fez com que sua pele ficasse extremamente clara e pálida. Todas as noites, Enila escutava Katrin conversar com alguém e ao espiar constatava que ela tinha a boneca como melhor amiga.

Numa noite, algo de estranho aconteceu, Katrin chorava muito e chamava por seu pai. Pensando em se tratar apenas de mais um sonho, Enila corre para ver o que estava acontecendo. Assustou-se ao encontrar a boneca suja de sangue, Katrin continuava a gritar, sua mãe a acalma e depois a questiona sobre a boneca, sem obter nenhuma resposta recolhe o brinquedo de sua filha e vai para fora tentar limpar. Quando abriu a porta dos fundos, encontrou o cachorro morto, seu peito perfurado e com um vazio no local do coração.

Enila ficou apavorada com a cena, num primeiro momento pensou ter sido obra de algum assaltante ou pessoa mal intencionada. Katrin acalma-se e vai dormir. Devido ao susto, Enila nem se importa com a boneca suja, limpa e devolve para sua filha. A notícia se espalhou e todos pensavam ser algum maníaco rondando a vizinhança.

Desde este dia a vida das duas tornou-se atormentadora, noite após noite, acontecimentos estranhos começaram a ocorrer na humilde casa. Armários abriam misteriosamente, objetos desapareciam e sons estranhos deixavam o ambiente aterrorizante. Enila não sabia mais o que fazer, sua única saída foi pedir para que sua irmã e sobrinha viessem ficar por um tempo na casa delas, pois com mais pessoas elas ficariam seguras. Por dois meses a situação ficou calma.

O ano já era início do ano de 1947, o novo hospital da cidade iria inaugurar, muita expectativa rondava aquele povo, pois grande tecnologia foi utilizada naquele local. Katrin continuava sendo a mesma menina calada e séria de sempre, nunca havia falado mais do que duas palavras com sua prima Malina, que tinha a mesma idade.


Malina sempre quis brincar com a boneca de Katrin, mas sempre foi rejeitada por ela. Num domingo, todas vão dormir logo cedo. No meio da noite Enila sente um cheiro de fumaça, se levanta e depara-se com sua cozinha em chamas. Todos os vizinhos acordam e correm para ajudá-la. Próximo a porta de saída encontram a boneca de Katrin, levemente queimada, mas sem grandes estragos. Enila estranha e decide jogar o brinquedo fora.

Após passar o susto, todos voltam a dormir. No dia seguinte, Enila encontra Katrin dormindo com a boneca que ela tinha jogado fora. Enila cala-se e começa a desconfiar de sua filha, pois ela era perturbada e misteriosa.

Em um dia que Katrin estava em outro cômodo da casa, Malina pega a boneca de sua prima e começa a brincar. Katrin retorna e encontra sua prima com a boneca. Revoltada, pela primeira diz uma única frase. "- Você irá se arrepender por isso!" Malina solta o brinquedo e vai de encontro à sua mãe. Naquela noite daquele mesmo dia, novos acontecimentos estranhos tiveram início desta vez quem gritava muito era Malina que dormia no mesmo quarto que Katrin. Enila e sua irmã correm para ver o que estava acontecendo. O choque foi grande ao ver Malina morta e também com um buraco em seu peito. O olhar de Katrin era intenso, ficou parada em pé com a boneca em sua mão direita olhando para o corpo da menina. Suas mãos estavam sujas de sangue assim como a boneca. Enila não conseguia acreditar que sua filha havia matado sua própria prima. Espanca a menina, que não teve nenhuma reação.

Katrin permaneceu dois meses acorrentada na cama, até que o novo hospital fosse aberto ao público. A mãe de Malina foi embora e nunca mais deu qualquer notícia. Enila chorava muito, mas internar Katrin era a única solução. A boneca foi mais uma vez retirada das mãos da menina.

Já internada no hospital, Katrin recusava-se a usar as roupas dos internos e continuava com seus trajes pretos. Mais um mês se passou. Katrin estava piorando a cada dia, queria de qualquer forma sua boneca de volta. Os médicos acharam melhor que ela tivesse seu desejo realizado. Enila assim o fez, no dia da visita quis entregar pessoalmente e ficar a sós com ela. Depois de uma hora, os médicos acharam estranho o silêncio e a demora, abriram a porta da sala: Katrin havia matado sua própria mãe e com as próprias unhas arrancou seu coração e comia como se fosse um saboroso doce.

Os médicos ficaram abismados com o que viram. Katrin foi novamente amarrada e sedada. A notícia se espalhou, todos na cidade temiam a menina e principalmente sua boneca, pois muitos acreditavam ser um objeto amaldiçoado. Mais dois meses se passou, a aparência de Katrin era horrível, com muitas olheiras, cabelos negros e compridos. Os médicos e enfermeiras a temiam, eram poucos os que chegavam perto dela.

Toda a equipe achou por bem retirar novamente a boneca de suas mãos. Neste dia a situação se complicou. Katrin dava gritos, e negava-se a entregar seu brinquedo. Mesmo lutando, a boneca foi levada para o incinerador. No exato momento em que foi jogada no fogo o prédio do hospital também começa a arder em chamas. Em segundos o fogo se alastrou, a ala das crianças foi atingida, ninguém conseguiu fazer nada. Centenas de pessoas morreram naquele dia. Katrin também foi carbonizada, poucos se salvaram.

Mesmo com a grande tragédia, muitos se alegraram ao saber que Katrin havia morrido, pois assim davam por encerrada as ações macabras daquela menina.



Indonésia 1948

Após uma intensa reforma, o hospital infantil de Santem, iria ser reaberto. Passou por um forte incêndio no ano anterior, cujas causas até hoje são desconhecidas. Kur Hants um conceituado fotógrafo alemão, entrou sozinho no prédio para registrar as mudanças do local e fazer uma matéria sobre a renovação do prédio após a tragédia.

Caminhou por vários andares, mas ao chegar ao último sentiu algo estranho, estava frio e sentia como se algo o observasse, mesmo com maus pressentimentos continuou seu trabalho.
Ao focar sua câmera para uma das portas que davam acesso à ala psiquiátrica, notou uma mancha na lente da câmera, ao limpá-la percebeu que não havia nada ali.
Ele movimentava seu equipamento, e a sombra parecia imóvel. Kur nunca havia passado por isso, pensou se tratar de alguma brincadeira, continuou a fotografar. Quando estranhos barulhos, que se assemelhavam de uma menina se debatendo contra a porta, começaram a ficar intensos, Kur correu pensando ser alguém em apuros.
Kur abriu a porta, algo violentamente atravessou seu peito, perfurando seu coração. A câmera caiu e por muita sorte não se danificou. Um amigo de Kur, estranha a demora de seu amigo, ao procurar por todos os andares do hospital, encontra sua câmera caída e logo em seguida seu corpo, com uma grande perfuração no peito. As fotos de Kur são reveladas, mas o temor foi enorme ao constatarem a presença de uma menina vestida de preto na foto. Muitos estudiosos se interessaram pelo assunto e acabaram loucos e internados em clínicas e hospitais onde juram ver a mesma menina da foto.

Os moradores de Santem, afirmam que o espírito de Katrin ainda vive. A ala onde ela foi internada acabou sendo desativada. A lenda de Katrin espalhou-se pelo mundo, com o passar do tempo a lenda foi sumindo, sua foto foi julgada como montagem e a verdadeira história desapareceu com o passar dos anos. O espírito dela hoje habita essa foto e dizem que se você olha tempo demais para ela, Katrin passa a te seguir e no fim acaba te arrancando o coração.

Kuchisake Onna


Kuchisake Onna é uma famosa lenda urbana japonesa, que em 2007 até se tornou um filme. Reza a lenda que, alguns séculos atrás no Japão, havia essa garota, Kuchisake Onna. Ela era uma jovem de beleza indescritível e esposa de um ciumento e violento samurai, líder da vila onde viviam. Kuchisake Onna era uma jovem extremamente cobiçada naquela vila, porém, por respeito e também temor a seu marido, os outros homens procuravam não se envolver com ela.
Certo dia, todos os samurais da vila foram convocados pelo marido de Kuchisake Onna, afirmando que agora partiriam em guerra. Ele também falou a sua esposa que mesmo que fossem vitoriosos, demorariam algum tempo a voltar.
Alguns meses após a partida do marido com os guerreiros, Kuchisake Onna acabou por se envolver com um outro samurai, este que não partira para guerra porque ainda estava em treinamento. Se sentindo depressiva e sozinha, ela o seduziu e ele passou a ser seu amante.
Passaram-se alguns anos e o marido de Kuchisake Onna retornou. Quando chegou, sua esposa estava mudada e ele acabou desconfiando, fato que  fez passar a acompanhar de perto a rotina dela. Certo dia, após ela sair de casa, ele a seguiu e a flagrou beijando o jovem samurai com quem se envolvera. Em um momento de extrema raiva ele pegou sua espada e matou o jovem samurai. Após isso jogou a esposa no chão e com sua espada, cortou sua boca de orelha a orelha.                   
–Quem vai te achar bonita agora!? Gritava o samurai enlouquecido. Após o episódio, Kuchisake Onna foi banida da vila e obrigada a viver sozinha na floresta. Por sentir pena, uma senhora que morava na vila decidiu levar comida a jovem na floresta. No entanto, quando a encontrou, ela já havia se suicidado.
Alguns dias passaram e o marido de Kuchisake Onna foi encontrado morto, com a boca cortada da mesma maneira que a esposa. Reza a lenda que desde esse dia, o fantasma de Kuchisake Onna têm assombrado vilas e cidades do Japão. Diz-se que ela  aparece com uma máscara branca que cobre sua boca e pergunta a pessoa: - Você me acha bonita?
A pessoa assustada geralmente responde que sim. Então esse é o momento que ela tira sua máscara e a pessoa pode ver sua boca cortada, então ela pergunta novamente: - E agora, ainda me acha bonita?
Se a pessoa se controlar e dizer que sim ela pega sua espada e diz: - Então vai ficar igual a mim! E corta, de orelha a orelha, a boca da pessoa, porém a deixando viver. No entanto se a pessoa se assustar ou disser que não, além de cortar a boca,  o fantasma também corta sua garganta, assim matando-a.

Pocong


Pocong é um fantasma da Indonésia ou Malásia que dizem ser a alma de uma pessoa morta presa em suas roupas. A mortalha do pocong é usada pelos muçulmanos para cobrir o corpo do morto. Eles cobrem o corpo com um tecido branco e laçam a roupa sobre a cabeça, nos pés e no pescoço. 

De acordo com as crenças nativas, a alma de uma pessoa morta vai ficar na Terra por 40 dias após a morte. Quando os laços não são desamarrados após 40 dias, dizem que o corpo salta para fora da sepultura para avisar as pessoas que a alma precisa que as amarras sejam desfeitas. E ai que nós temos as aparições deste fantasma, que aparece exatamente como foi enterrado. Após os laços serem liberados, a alma vai deixar a Terra e nunca mais aparecer. Por causa da amarra nos pés, o fantasma não pode andar. Isso faz com que a Pocong pule.